Grupo de meninas luta para jogar em comunidade de Niterói

Por Raylla Aquino

Da dificuldade de se sobrepor à intransigência dos meninos, surgiu o nome do time: “Gladiadoras do Gramado”. São 43 mulheres, entre 11 e 28 anos, que quatro vezes por semana jogam futebol no campinho da comunidade de Cantagalo, na Região Oceânica de Niterói. Mas a rotina de peladas só foi possível quando elas conquistaram o espaço a fim de se reunirem e treinar para competir em campeonatos, após tentativas de conciliar com os outros jogadores que frequentam o espaço do campo comunitário.

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Futebol feminino quer aproveitar momento único para se consolidar no Brasil

Por Fernanda Teixeira e Pedro Bueno

Ex-capitã da Seleção Brasileira e medalhista de prata nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004, Aline Pellegrino disse que o futebol feminino brasileiro vive um momento único. Em 2019, o esporte vai estar sujeito às novas regras da Conmebol e CBF, que determinam que todos os clubes devem ter um time de mulheres para a disputa das competições sul-americanas e Campeonato Brasileiro pelos homens. As mudanças coincidem com o ano de Copa do Mundo e por isso, Aline se considera otimista e acredita que o futebol feminino vai se consolidar de vez no país.

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Machismo ainda predomina nas torcidas corinthianas

Por Luiza Oliveira

As integrantes das torcidas organizadas mais conhecidas do Corinthians ainda sofrem com o conservadorismo e machismo de seus integrantes. Proibidas de participar integralmente de todas as funções existentes nesses grupos, muitas já desistiram de enfrentar os homens reivindicando igualdade de direitos. Ainda há casos em que mulheres são punidas, porque não agiram de acordo com as regras criadas por eles. Adla Ganam, atuante na organizada Gaviões da Fiel, confessou que os homens alegam tomar essas atitudes para preservá-las.

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O futebol feminino é anulado historicamente no Brasil

Por Laura Yule e Paula Fiuza

“O futebol feminino brasileiro tem títulos importantes conquistados pela seleção, por equipes, por jogadoras e a população brasileira desconhece dessas histórias”, relata Silvana Goellner, estudiosa de futebol feminino e professora de educação física da UFRGS. Segundo ela, o futebol no Brasil é um bom parâmetro para se pensar sobre a invisibilidade da mulher na sociedade atual. A falta de estrutura e de investimentos começam na educação física nas escolas e vai até a divulgação e o patrocínio das atletas e dos times.

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